sábado, 9 de março de 2013

A PAREDE


... Lentamente, a parede entre eles cresceu, 

cimentada pela argamassa da indiferença.




Um dia, tentando se aproximar um do outro, 

encontraram uma barreira que não podiam transpor, 

e, recuando da frieza da pedra, 

cada um se afastou do estranho que estava do outro lado.


Pois não é num momento de batalha aguerrida que o amor morre, 

nem quando os corpos ardentes perdem seu calor.

Ele fica ali, ofegante, exausto, 

agonizando aos pés de uma parede que não conseguiu escalar.




O poema inteiro poderá encontrar no link abaixo (página 16)

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